Jair Bolsonaro, presidente da República Federativa do Brasil, é o único líder do mundo livre que montou uma força-tarefa para combater a pandemia do coronavírus por amostragem. Em que consiste? Consiste em pegar uma amostra da população, mobilizar as melhores forças da nação, investir todo o dinheiro necessário, entrar em colaboração estreita com os parceiros políticos, aplicar os procedimentos previstos pela ciência e pelo órgãos nacionais e internacionais e esperar os resultados. Se no final ninguém saiu contaminado é porque a força-tarefa e o investimento valeram a pena. O Brasil está livre do coronavírus.
Foi exatamente o que aconteceu com a Operação Regresso à Pátria Amada Brasil desencadeada por Bolsonaro e seu governo no dia 3 de fevereiro 2020. Ainda nem o vírus tinha chegado oficialmente ao Brasil - isso viria a ocorrer a 26 de fevereiro - já o presidente montava uma força-tarefa para proteger os brasileiros do coronavírus. Como ainda não tinha brasileiros ameaçados de contaminação no Brasil ele mandou buscá-los na China. Exatamente em Wuhan, epicentro do surto da pandemia do Covid-19. De forma valente e patriótica, não poupando esforços, o presidente ordenou que fossem mobilizados dois aviões da força aérea brasileira, para buscar os ainda não contaminados bravos brasileiros que se encontravam em Wuhan. “Está tudo redondo, sem problema nenhum, e é para mostrar que o Brasil não vai deixar os seus para trás” declarou ele ao Notícias de Anápolis no dia 4 de fevereiro.
Foi Anápolis, cidade goiana (a 70 quilômetros de Brasília) a escolhida para cenário deste ato heroico e patriótico. Segundo Onix Lorenzonni, chefe da Casa Civil, a Base L4 de Anápolis foi eleita por já ter experiência em matéria de isolamento pois foi lá que, em 1987, ficaram e quarentena os contaminados pelo Césio. E o presidente confirmou: “A questão da quarentena está certa, deve ser a base de Aeronáutica de Anápolis. Já está conversado com o governador Ronaldo Caiado no tocante a isso. Nós temos pressa.” disse. Por gerar custos altíssimos não previstos no orçamento o presidente, dando provas de sua grande eficiência politica, enviou logo à Câmara dos Deputados um projeto de lei para servir de embasamento legal à força-tarefa, que saiu aprovado pela Câmara e pelo Senado em menos de 48 horas. O procedimento foi comandado pelo secretário de Finanças, Economia e Administração Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Marcelo Kanitz que constatou não haver “nenhum empecilho que impeça” a vinda dos brasileiros “extraditados” da China para Anápolis, relatou a jornalista Rafaella Soares em “Notícias de Anápolis”.
No dia 5 de fevereiro decolavam duas aeronaves VC-2, modelo Embraer 190 da Ala 1 da Base Aérea de Brasília com destino a Wuhan. Estavam a bordo de cada aeronave 11 tripulantes e 6 profissionais de saúde da FAB, além de um médico do Ministério da Saúde, todos capacitados para realizar missões de Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear. Depois de várias escalas estratégicas e para abastecimento em Varsóvia, na Polônia, as aeronaves pousam de volta na Ala 2 da Base Aérea de Anápolis no domingo dia 09 de fevereiro com 34 brasileiros a bordo além da tripulação. Passaram por todas as avaliações clinicas protocolares previstas pelo Ministério da Saúde, mantendo quadro assintomático. Em caráter preventivo todos foram submetidos aos mesmos exames de forma a garantir a segurança da operação.
Passados 14 dias de quarentena, no domingo dia 23 de fevereiro, os 58 brasileiros foram liberados após a confirmação dos resultados negativos para o coronavírus. Todos os hóspedes da Base Aérea de Anápolis, que permaneciam com o quadro assintomático, foram transportados, naquele domingo, pela Força Aérea Brasileira para nove estados do Brasil. “A Operação Regresso à Pátria Amada Brasil cumpria assim seu compromisso com o bem estar de todos os envolvidos na operação e com a segurança da população brasileira”, anunciou o boletim da força aérea que dava por encerrada a operação.
Perante tal demonstração de argúcia, Jair Bolsonaro, mostra ao país e ao mundo sua alta craveira de estadista, capaz de extirpar da nação brasileira o vírus chinês ainda na sua fase embrionária. Calcula-se que o contribuinte brasileiro tenha pago cerca de 5 milhões de reais na operação, ou seja, investindo pesado em aproximadamente 0,000016% da população, ao custo de cerca de 150 mil reais por cabeça, o sofrido povo brasileiro não ganhou para o susto mas podia enfim dormir tranquilo.
afirmar: “o número de mortes dessa suposta epidemia [do coronavírus] não aumentou em nem 1 único caso o número habitual de mortos por gripe no mundo. Nem um único caso, gente! Essa endemia simplesmente não existe”. Estava assim dada a chancela filosófica do grande e incontornável guru do presidente Bolsonaro. O bravo povo brasileiro não tem nada a temer do coronavírus, enquanto houver um homem como Bolsonaro assistido pelo grande sábio Olavo de Carvalho.ADVERTÊNCIA: Na hora em que este artigo sai do prelo (11/04/2020-17:00 horas) o Brasil contabiliza 20.347 contaminados com 1.090 mortos por coronavírus. Bolsonaro está nas ruas espirrando e apertando a mão de velhinhas desesperadas. Dizendo que o povo precisa trabalhar. Senão vai morrer de fome. Não sabemos se é o Bolsonaro mesmo ou se é um robot teleguiado pelos chineses malvados. Parece impossível que um homem bom como ele esteja chamando seu povo para uma morte certa. Ele que deu provas de grande generosidade gastando aquela grana toda com a Operação Regresso agora diz que não tem dinheiro para manter o povo em casa. O povo está confuso, desesperado, sem rumo. Enquanto não conseguimos esclarecer o que está acontecendo
POR FAVOR FIQUEM EM CASA.


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